2 de ago de 2013

ALAYLM: Capítulo 13 - Promises?



POV Katheryne

As batidas na porta me despertaram assustada, olhei para o lado e Justin estava lá dormindo como um bebê. 

– Katheryne? – Minha mãe disse um pouco alto no outro lado da porta.

Deixei o desespero transparecer, oque faria minha mãe se visse que eu estava dormindo com Justin? Balancei seu corpo em tentativa de acorda-lo e quando ele acordou levei minhas mãos até a sua boca tampando a mesma.

– Se esconde! – Sussurrei desesperada.

Ele assentiu, então retirei minha mão de sua boca. Assim como Justin me levantei, ele foi até o closed e entrou no mesmo e eu fui até a porta.

– Mãe? – Abri a porta.

– Você já estava dormindo? – Ela olhou dentro do quarto.

– Sim, eu estou cansada. – Bocejei.

– Ficamos te esperando na mesa do jantar. 

– Desculpa eu devia ter avisado. – Sorri.

– Tudo bem, tem certeza de que não quer comer nada? 

– Pensando bem sim, mas eu posso comer aqui no quarto? – Pedi quase implorando.

– Katheryne... – Ela balançou a cabeça negativamente.

– Por favor, por favor. – Supliquei.

– Tá bom, mas sem bagunça. – Ela deu meia volta. – Vou me deitar, boa noite querida.

– Boa noite, eu te amo. – Acenei.

– Eu também te amo. – Ela já estava a uma certa distancia.

Fechei a porta aliviada, acho que nunca fiquei com tanto medo de ser descoberta. Justin saiu do closed bocejando e quando me viu logo sorriu.

– Você me assustou. – Ele sorriu.

– Minha mãe me assustou. – Revirei os olhos. – Não sai daqui, eu vou buscar alguma coisa pra comer.

– Eu não me arriscaria a sair daqui nunca. – Ele arregalou os olhos me fazendo rir.

– Melhor assim. – Rimos.

Sai em direção as escadas, não havia ninguém transitando pelos corredores mas isso mudou quando cheguei na cozinha, havia varias mulheres lá dentro carregando pratarias, alimentos e outras coisas. 

– Boa noite. – Comecei.

– Boa noite. – Elas responderam em coro.

– Oque deseja aqui querida? – Uma senhora dos cabelos loiros meio grisalho me questionou.

– Algo para comer. – Sorri.

– Fique á vontade. – Ela me entregou uma bandeja.

– Obrigada. 

Sai de servindo do dobro de comida que eu como, todos os olhares estavam em cima de mim, elas me olhavam como se eu estivesse fazendo algo fora do comum, bem eu estava, acho que nenhum ser humano aguentaria comer tanto.

– Você está mesmo com fome. – Uma garota loira comentou.

– Anne! – Uma senhora a repreendeu

– Tudo bem, é que eu não comi nada atarde inteira. – Respondi simpática.

– Não querida, você não deve satisfações a ninguém. – Disse a doce senhora fuzilando "Anne".

– Eu vou comer isso lá em cima, boa noite. – Forcei um sorriso.

Sai dali rapidamente me atrapalhando com aquela bandeja em mãos. Justin deveria ter escutado meus passos longos pelo corredor e já estava a minha espera pelo pequeno espaço na porta. Quando entrei, ele trancou a mesma e veio até a cama aonde deixei a bandeja ofegante, Justin sorria enquanto eu fitava a parede.

– Oque foi? – Desviei meu olhar a ele que sorria feito um anjo.

– Nada. – Ele balançou a cabeça.

– Vamos comer! – Sorri.

– Vamos.

Começamos pelos doces, Justin parecia uma criança fazendo palhaçadas com a comida, ele me arrancava risadas que eu tentava controlar mais era meio que impossivel, ele parecia ter 6 anos de idade. [...] Depois de satisfeitos com a comida, ficamos sentados na cama abraçados sem falar nada, apenas "observando" o momento, e foi ali que eu finalmente me dei conta de que estava completamente apaixonada por Justin Bieber, o garoto que sorria feito um anjo, e que fazia meu coração acelerar só de estar ao meu lado.

– Katheryne você vai mesmo se casar com aquele sujeito? – Ele me olhou.

– Eu não sei Justin. – Nem eu mesma sabia responder aquilo.

– Como não sabe? a vida é sua, as escolhas são suas! – Ele se exaltou.

– Não é bem assim. – Respondi paciente.

– É sim Katheryne, você não quer que seja assim, mas não faz nada pra isso mudar. – Ele segurou minha mão.

– E oque eu vou fazer? – Perguntei.

– Você sabe muito bem... – Aquelas foram as suas ultimas palavras, ele não disse mais nada, apenas voltamos a ficar em silencio. – Desculpa Katy... se eu te disse algo que você não gostou, eu só queria que você fosse minha. – Ele deu um beijo no auto de minha cabeça.

– Tudo bem, você disse apenas a verdade. – Sorri. – Você vai me esperar?

– Vou. – Ele respondeu firme.

– Não vai decepcionar? – Perguntei novamente.

Ele riu pelo nariz.

– Não Katy, eu não vou te decepcionar.

– Promete? – Eu queria ter certeza de que não iria ser desapontada.

– Só se você prometer que não vai se casar com ele.

– Eu não vou me casar, eu prometo. – Ri fraco. – Sua vez.

– Eu prometo que não vou te decepcionar.

Selei nossos lábios, em questão de segundos aquilo se tornou um beijo maravilhoso. Sua língua explorava cada canto de minha boca, o beijo foi finalizado com alguns selinhos.

– Podemos dormir agora? – Eu perguntei.

– Você não acha que está muito cedo? – Ele arqueou as sobrancelhas.

– Não, amanhã de manhã vamos a um lugar, eu quero acordar cedo.

Me levantei e fui em direção ao banheiro, aonde pretendia fazer minhas higienes noturnas. Justin ficou na cama provavelmente se perguntando aonde iriamos amanhã. [...] Quando terminei minhas higienes, voltei ao quarto, Justin observava cada movimento meu cautelosamente, mas não disse nada.

– Fique a vontade! – Me sentei na cama.

Assim ele se levantou e foi até o banheiro.

– Tem escova de dentes na segunda gaveta. – Disse um pouco mais auto.

Depois de um tempo, ele saiu do banheiro arrumando o cabelo. Ele se sentou ao meu lado e nos deitamos juntos novamente.

– Dorme bem. – Ele beijou minha testa.

Assenti sem dizer nada e assim dormimos, novamente.

[...]

– Justin acorda. – Dei leves tapas no seu braço. – Justin!

Ele abriu os olhos, e logo piscou repetidamente até se levantar.

– Eu não posso dormir em paz? – Ele bocejou.

– Não, não pode. – Ri. – Vamos, levanta! temos que ir. – Me levantei da cama.

– Ir pra onde? – Ele arrumava o cabelo confuso.

– Você vai saber quando agente chegar... mas espera. – Dei meia volta, voltando a observar seu estado de sono. – Você gosta de crianças?

– Crianças? como assim? aonde vamos? – Ele se levantou pegando sua camisa na poltrona.

– Ai como você pergunta. – Me tranquei no closet.

CONTINUA 

Desculpem a demora, na semana passada eu tava na casa da minha mãe, e lá não tem internet. Nessa semana eu comecei um tratamento no dentista, e também começou minhas aulas, e eu só tinha tempo a noite, mas eu ficava muito besta (acho que por causa das anestesias que eu tomei) eu ficava rindo de tudo e não digitava porque ia ficar uma bosta. Mas ta ai, espero que gostem e me desculpem qualquer erro, comentem ai e obrigado pelos ultimos comentarios bjs. (ignorem qualquer coisa estranha aqui no blog, to mudando o layout)

#Lara

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